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Remo
Campeonato Brasileiro -  
27/07/24 -  
Estádio Orlando Scarpelli

Força total. Assim, o Figueirense retomou os trabalhos com o elenco profissional na tarde desta quarta-feira (19), no Centro de Formação e Treinamento (CFT) do Cambirela, em Palhoça (SC). Diante de uma programação de intertemporada em casa, o time comandado por Hemerson Maria intensificará a preparação já pensando na disputa do título da Recopa Catarinense, no dia 4 de julho, às 19h15, no Orlando Scarpelli. E isso passa diretamente pela condição física dos atletas.

Preparadores físicos exaltaram planejamento para potencializar os resultados no segundo semestre – Foto: John Leo

Ao detalhar a importância de quase um mês de parada para a Copa América, os preparadores Alexandre Souza e Norberto Cabral apresentaram o planejamento alvinegro para garantir o pleno condicionamento de jogador para a sequência do campeonato brasileiro da Série B.

A comissão técnica definiu que os primeiros dias serão de avaliações para constatar o nível de cada atleta após o descanso de sete dias. Os trabalhos de campo serão intercalados com a parte técnica e estão com início previsto para a próxima sexta-feira(21).

Sobre o impacto do volume de jogos na preparação dos atletas, os profissionais relatam o processo de análise promovido de forma comparativa.

“Nós fizemos baterias de exames no início do ano. Ao refazê-las, nós vamos poder avaliar o grau físico de cada um e trabalhar em cima das variações positivas ou negativas ao longo dos últimos seis meses”, relatou Alexandre.

“Foram muitas viagens longas e curtos prazos entre os jogos, bem como uma pré-temporada muito curta, de cerca de 12 dias. Já fizemos 29 jogos até agora e existe a projeção de mais 30 até o final do ano. Por isso, esse tempo atual de recuperação é fundamental para readquirir forma de jogo”, pontuou, ao indicar a tendência de ter um desempenho ainda mais positivo no segundo semestre em função do controle das cargas específicas durante a semana. 

Diante do perfil do grupo, Betinho ratifica a importância do nivelamento em função do desgaste.

“O grupo é heterogêneo e fazemos trabalhos específicos, desde o começo do ano, para torná-los mais próximos. Com alguns atletas, que precisam descansar um pouco mais em função da série de jogos, além de outro grupo que contempla os jogadores que estão no banco”, concluiu.